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Resenha: Maze Runner: Correr ou morrer - James Dashner



 Yoo pessoal, tudo bem?

 Sei que fiquei  um pouco ~muito~ ausente nessas duas ultimas semanas, mas eu mal estou conseguindo viver direito, quanto mais escrever para o Malfeito Feito (drama).

 Faz umas duas ou três semanas que li "Maze Runner: Correr ou Morrer", porém só hoje estou escrevendo a resenha (sim, eu escrevo alguns minutos antes de postar. Me julguem). 

 Mas não importa a falta de postagem, o que importa é que hoje tem resenha de MAZE RUNNER CORRER OU MORRER!!!


 Maze Runner: Correr ou morrer - James Dashner




Correr ou Morrer - Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.

Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.

Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. 


Resenha


 Antes de tudo, é válido eu dizer que antes de finalmente ler Maze Runner Correr ou Morrer, eu já havia tentado ler o livro... não passei da página 50.
 Juro. JURO. J-U-R-O que achei a narrativa MUITO infantil. Bom, como vocês terão conhecimento se lerem a resenha até o final, eu não poderia estar mais errado.
 
 Algo que achei muito interessante e maravilhoso em Maze Runner, é que o autor (James Dashner) não se preocupou em criar um passado para o personagem logo de início, tanto é que quando chegamos à Clareira, assim como Thomas, o personagem principal, não conhecemos nada.

 E, mais uma vez, assim como Thomas, vamos conhecendo a Clareira, vamos ficando amigos dos personagens, e vamos recebendo flashes de memória, que até então para Thomas, esses flashes deixam tudo mais confuso ainda.

 Toda a tensão de chegar a um lugar onde não conhecemos ninguém, onde estamos presos, onde muros nos protegem de ameaças que surgem á noite, acaba tão rápido que não é possível localizar a parte exata em que essas coisas perdem a importância que tinha no começo do livro.

 Isso porque escrita de Dashner nos deixa tão curiosos, tão integrados na história, que os mistérios e os enigmas que nos são apresentados tomam conta do nosso interesse fazendo com que esqueçamos que, no começo do livro, Thomas estava preso em uma caixa, aterrorizado e completamente confuso.

 O desenrolar da história não poderia ser diferente do já descrito; conforme os costumes, as regras, as limitações e os perigos da clareira são apresentados, a história ganha forma, fazendo com que o leitor pire a cada página.

 É claro que, para quem já assistiu o filme, ou leu a sinopse do livro, a informação de que existem batalha e aventura nesse livro, é informação atrasada. De qualquer forma, vamos falar das batalhas. A forma com que Dashner narra as batalhas, faz com que o leitor veja com clareza o que está acontecendo na cabeça do escritor. De longe, Maze Runner: Correr ou Morrer foi o melhor livro de ação que já li.

 As cenas do labirinto, a descrição do penhasco (deixando claro aqui, eu preferiria mil vezes que na cena do filme, ao invés daquele corredor onde subia verdugo por tudo quanto é lado, eles tivessem feito o penhasco e tudo mais, mas okay, né...), os verdugos, a guerra contra os verdugos, é algo completamente indescritível nas minhas palavras. Simplesmente perfeito.

 

 É claro que a minha nota para o livro não poderia ser inferior a